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Palmeiras, por vingança, tirou revelação de 11 anos do Corinthians. Rival tentou levar o descobridor de Endrick, Estevão, Luiz Guilherme...

Nova diretoria do Corinthians tentou contratar o coordenador da base do Palmeiras, João Paulo Sampaio. Por três vezes. Ele não foi. Troco veio imediato. Palmeiras tirou, do Parque São Jorge, com oferta alta financeira, Lucas Flora, menino com muito talento e apenas 11 anos.

Há um ‘código de ética’ não assumido entre os clubes paulistas.

Principalmente na base. De não ficarem ‘tomando’ um jogador da equipe que o descobre.

Na semana passada, o noticiário mostrou um caso raro e que chamou muito a atenção. A saída de Lucas Flora do Corinthians.

Artilheiro, habilidoso, veloz e com personalidade, ele era apontado, com orgulho, por conselheiros, como a maior revelação dos últimos dez anos no Parque São Jorge. Mas, de repente, ele deixou de ir ao clube.

E as informações deixam claro que seus pais se deixaram convencer que o Palmeiras é melhor, para o futuro do menino. No Corinthians há a convicção que o dinheiro pesou.

Sem comprovação, os valores são repetidos.

Se o clube de Augusto Melo teria oferecido cerca de R$ 18 mil mensais, como ‘ajuda de custo’, o de Leila Pereira teria chegado a R$ 200 mil como ‘ajuda inicial’ à família. E mais R$ 15 mil mensais.

O detalhe é que, pela legislação brasileira, só a partir dos 12 anos, os clubes podem ter ligação formal com seus atletas de base.

O Palmeiras nega ter participado de leilão.

E ter oferecido dinheiro para ter o talento de Flora.

Mas é certo que Flora já treinará no clube.

Fará parte do elenco especial de meninos talentosos, que incluiu também outra ‘joia’ Kevin Wallace, que deixou o Flamengo. Na Gávea, a acusação é que o Palmeiras também teria dado ‘muito dinheiro’ para a família do garoto de 11 anos. O clube paulista nega também.

Se contra o Flamengo não há revanchismo algum, a não ser pura concorrência, quanto ao Corinthians, conselheiros palmeirenses dizem o contrário.

A direção teria ficado muito irritada com o assédio em João Paulo Sampaio, o coordenador da base do clube.

Ele recebeu não um convite, mas três, para trocar de clube. O coordenador é o responsável pelas revelações como Endrick, vendido ao Real Madrid, Danilo (Nottingham Forest), Luiz Guilherme (West Ham), Artur (Red Bull Bragantino e Zenit), Vitão (Shakhtar Donetsk), Gabriel Jesus (Manchester City), Fernando (Shakhtar Donetsk), Luan Cândido (RB Leipzig), Patrick de Paula (Botafogo) e Gabriel Veron (Porto-POR), além de Wesley (Cruzeiro).

Estevão está sendo disputado por gigantes como Barcelona, PSG, Bayern.

A grosso modo, nos oito anos de Sampaio na coordenação, o Palmeiras gastou R$ 200 milhões, em toda sua base. Negociações, contratos.

Mas já passou de R$ 2,2 bilhões em vendas de atletas.

Ou seja, R$ 2 bilhões em lucro.

Dinheiro que já seria suficiente para praticamente acabar com a dívida do Corinthians em relação ao seu estádio.

O assédio a João Paulo, em janeiro, não deu certo.

Primeiro foi oferecido a ele a coordenação da base.

Depois, do futebol profissional.

Seu salário de R$ 400 mil, dobraria.

Ele levou à direção do Palmeiras as ofertas corintianas.

E disse que gostaria de continuar no clube de Leila.

Recebeu uma compensação, passou a ganhar R$ 600 mil e renovou seu contrato.

Mas a direção palmeirense ficou ressabiada com a tentativa corintiana.

Daí, a consciência tranquila em relação a Lucas Flora.

Prevalece a versão que o menino não quis seguir mais no Corinthians.

E que sua família escolheu o Palmeiras.

Conselheiros assumem o que ninguém da diretoria confirma.

Há um grande gosto de vingança no ar.

A direção de Augusto Melo tentou tirar Sampaio.

Acabou ficando sem o coordenador palmeirense.

E ainda perdeu sua grande revelação, nos últimos anos.

Lucas Flora...

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