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DF chega a 81 mil casos prováveis e 38 mortes causadas pela dengue

Segundo Secretaria de Saúde, mais de 1,3 mil pessoas apresentaram sinais de alarme da doença, sendo 67 casos graves.


O Distrito Federal registrou em menos de dois meses, 81,4 mil casos prováveis de dengue e 38 mortes pela doença. Outros 72 óbitos são investigados pela Secretaria de Saúde que, em boletim divulgado nesta terça-feira (20), indica que pelo menos 1,3 mil pessoas tiveram a doença com sinais de alarme, sendo 67 delas considerados casos graves. Em relação ao ano passado, o aumento ultrapassa 1.300%. Ao todo, o DF registra cerca de 12% dos casos da doença do Brasil e a maior taxa de incidência, com 2.814 casos por 100 mil habitantes, de acordo com dados do Ministério da Saúde. A capital do país e outras unidades da federação já iniciaram a vacinação de crianças entre 10 e 11 anos contra a dengue. A expectativa é que o Ministério da Saúde entregue este ano mais de 5 milhões de doses para 521 municípios que apresentam alta incidência de contaminação, com mais de 100 mil habitantes e com predominância da dengue tipo 2.

Segundo o painel InfoSaúde da Secretaria de Saúde, apenas no DF, desde janeiro já foram computados 167 mil atendimentos na rede pública por suspeitas de dengue, incluindo atendimentos emergenciais e na atenção primária. Mais de 111 mil testes rápidos foram feitos e cerca de 29 mil exames de identificação realizados.

Como combater o mosquito:


- Tampe caixas d’água, ralos e pias;


- Higienize bebedouros de animais de estimação;


- Descarte pneus velhos junto ao serviço de limpeza urbana. Caso precise guardá-los, mantenha-os em local coberto, protegidos do contato com a água;


- Retire a água acumulada da bandeja externa da geladeira e bebedouros e lave-os com água e sabão;


- Limpe as calhas e a laje da sua casa e coloque areia nos cacos de vidro de muros que possam acumular água;


- Coloque areia nos vasos de plantas;


- Amarre bem os sacos de lixo e não descarte resíduos sólidos em terrenos abandonados ou na rua;


- Faça uma inspeção em casa pelo menos uma vez por semana para encontrar possíveis focos de larvas;


- Sempre que possível, faça uso de repelentes e instale telas, especialmente nas regiões com maior registro de casos; e


- Receba bem os agentes comunitários de saúde e de controle de endemias.

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